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sábado, 22 de dezembro de 2012

Caminhos do regresso.

"Quem me dera ao menos uma vez, que o mais simples fosse visto como o mais importante, mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente (...) Quem me dera ao menos uma vez, acreditar por um instante em tudo o que existe, acreditar que o mundo é perfeito, que todas as pessoas são felizes."
Legião Urbana - Índios

A partir de especulações de que o fim do mundo será neste ano, digo: se o atual estágio não é o fim, temo o que ainda está por vir. Em tempos de globalização, eu acredito em regressão. Em tempos de evolução das tecnologias, eu acredito na auto-destruição de nossa espécie. Em tempos de um otimismo mecanicista, eu prefiro o pessimismo.
A realidade ao nosso redor é definitivamente desastrosa. A cada segundo são noticiadas e/ou presenciadas cenas de desespero. Em meio a inúmeros assaltos, assassinatos, estupros, catástrofes, há aqueles que ganham prestígio como as bombas de Hiroshima e Nagazaki, as grandes Guerras Mundiais, os atentados terroristas e massacres.
Os meios de comunicação anunciam estes momentos, de forma a ficarem marcados em nossa história e ainda lançam aquela velha pergunta no ar 'Por que tudo isto está acontecendo?'. É engraçado que tais acontecimentos conseguem respaldo, perante uma sociedade a qual assiste passiva à sua queda.
O fato é que a partir de nossas ações seguem-se consequências e desde a primeira árvore cortada até a última morte sanguinária, somos declarados culpados. Culpa esta, que sempre é transferida para terceiros ou até mesmo, para o único "ser humano" praticante daquela atrocidade vigente. O ônus é alheio. É claro, não aguentamos o peso da culpabilidade e só nos atentaremos para isto, quando o dia derradeiro surgir.
O caos que vivenciamos em pleno século XXI originou-se da perda de essência do homem. Sim, chegamos ao ponto de termos valores inversos e nem nos importarmos. Falamos em desumanidade.
Se somos dotados de razão, o que nos diferencia dos animais, será que estamos usando-a de maneira adequada? Afirmo que não, pois tendemos ao retrocesso até o nosso fim. Ao meu ver, estamos presos em um buraco, do qual não podemos sair ou ao menos, nos mover. Estamos atolados na sujeira lamacenta criada por nós: 'os seres superiores'.
Aceitamos a violência, o preconceito, a corrupção... O que será o estopim? Estopim de uma guerra, guerra de egos. Como Thomas Hobbes relatou 'o homem nasce egoísta' e em um mundo impotente como este, o egoísmo tornou-se a faceta mor do ser humano.
Por fim, sinto que não existe frase mais sábia para terminar este desabafo, senão "O homem é lobo do próprio homem." Na luta de todos contra todos, estamos destinados a acabar em um mesmo lugar, cavando a nossa própria cova.

Obs: Escrevi este texto, a partir de ideias soltas. Eram várias e distintas, por isso a falta de coesão.

Gostos musicais


Ainda bem que podemos escolher a música que agrada aos nossos ouvidos.

Já pensou ter que ouvir aquela música que não suporta nem por 1 segundo?

Ou ter que pagar por ela à cada vez que ouvir?

Como sabemos a vida é feita de escolhas e você pode escolher o que acha melhor.

Portanto sempre escolha o que te faz feliz!



Chuva

Quem aqui não gosta de dormir com aquela chuvinha?

Mas pra sair pra trabalhar ou estudar fica complicado né?


Muitos acham incômodo andar com o notável "guarda chuva", porque ele não protege muita coisa dependendo da intensidade.
 

E se você usa chapinha você não deve gostar nada da chuva, certo?

Mas uma coisa é fato, chover dinheiro todo mundo quer!
 

Stress


 Hoje venho falar de um mal que acomete muitas pessoas, o stress.
O stress elevado pode trazer sérias consequências para o nosso corpo como o funcionamento do mesmo, podendo atingir vários órgãos, como por exemplo o coração e o cérebro que ficam sobrecarregados, atingindo também os demais. Isso faz com que tenhamos mal estar, dores no corpo, distúrbios no comportamento. 
Por isso, devem ser levado em conta tudo o que sentimos, e caso perceba um excesso deste estresse, e dores indesejadas, procure um profissional da saúde que possa te orientar e promover uma melhor qualidade de vida. 
Existem testes em alguns sites, para verificar o nível deste mal, mas não deixe de visitar um médico e nada de apenas olhar qual o tratamento do mesmo.
Fica algumas dicas que poderá verificar o seu stress.
P.s: Uma alimentação saudável, juntamente com atividade física,  ajuda a melhorar o humor e ameniza muitos sintomas.

FOTOS JORNALÍSTICAS E FOTOS ESPETACULARES

  

Sei que a discussão é polêmica, complicadíssima e contempla múltiplas análises. Mas eu não publicaria a foto do homem na iminência de ser atropelado por um trem de metrô, em Nova Iorque, que foi estampada na capa do tabloide "New York Post" na edição da última terça-feira (03 de dezembro). A imagem, me parece, namora apenas e tão somente e perigosamente com o espetáculo, com a naturalização da morte, a banalização da tragédia, a simplificação da condição humana, a indiferença ao sofrimento, despertando sensações e instintos primitivos, mas sem estabelecer conexões mais estreitas com uma narrativa racional, a privilegiar reflexões e o interesse público. Qual a informação, a mensagem ali presente? "Um homem vai morrer em segundos". E...? Naquele instante, minha sensação é que pesaram mais na decisão do fotógrafo (que sequer estava em serviço ali, mas não perdeu a chance do clique) os prováveis cinco minutos de fama, o dinheiro que alcançaria com a venda da foto. Prevaleceu, portanto, o valor de troca, e não o valor de uso. É diferente, penso, de outras fotos polêmicas e famosas, como a da criança negra no Sudão, agachada, com um abutre à espreita (1993), ou a da garota vietnamita que corria nua, queimada por napalm (1972). Nos dois casos, há certamente a vaidade dos profissionais em jogo, o ego, os possíveis prêmios, a decisão no átimo de segundo, o correr para ajudar ou o registrar o instante. Mas nelas há também guerras, conflitos profundos, tragédias humanitárias, atrocidades em cena, contextos mais amplos. E as imagens cumpriram esse papel de denúncia, de voz da consciência, de dar um chacoalhão planetário e de chamar a atenção do mundo para esses dramas coletivos. As duas foram fundamentais para furar bloqueios resignados de "não é comigo" e para ajudar a publicizar bestialidades que provavelmente se limitariam a círculos mais restritos, caso as fotos não tivessem corrido o mundo. As mensagens ali explicitadas eram, respectivamente, "somos cúmplices e estamos ignorando solenemente a fome, a miséria e as disputas intestinas que matam cotidianamente as crianças africanas" e "os Estados Unidos estão colocando em prática a política de terra arrasada, destruindo tudo o que encontram pela frente, sem respeitar sequer civis e crianças". Embora o debate seja aqui também possível, e desejável, o conteúdo jornalístico destas duas fotos é evidente - dimensão que não consigo sinceramente encontrar na do metrô novaiorquino.

DECRETAR PRISÕES ANTES DO FIM DO JULGAMENTO?


Gostaria de encerrar o ano com um texto mais alvissareiro. Mas não consigo negar que chegamos ao final de 2012 com certo cheiro de casuísmo jurídico e de arbítrio e exceção contaminando perigosamente os ares políticos respirados pela nação.

A questão-chave é a seguinte: tecnicamente, em sentido mais preciso, o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal não terminou. Para garantir o constitucional amplo direito de defesa, os recursos produzidos pelos advogados dos condenados, que certamente serão apresentados, precisarão ainda ser analisados pelos magistrados - o que só poderá acontecer após a publicação dos acórdãos (decisões colegiadas dos ministros). Tarefas para 2013, com a responsabilidade, a serenidade e o equilíbrio exigidos pela democracia.

Ainda assim, o Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidiu unilateralmente - mais uma vez - que é preciso acelerar o processo e solicitou ontem, quarta-feira, 19 de dezembro, as prisões imediatas de todos os condenados, por considerá-las urgentes. Note-se que o pedido foi feito justamente na véspera - literalmente - do início do recesso do Poder Judiciário, o que significa dizer que será analisado, em período de festas natalina e de reveillon, apenas e tão somente, de maneira monocrática, pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa. Caso tivesse sido encaminhada um dia antes, a solicitação muito provavelmente teria sido avaliada pelo plenário (e, segundo o "Painel", da Folha de São Paulo, alcançaria apenas três votos favoráveis, com seis contrários). Oportunismo, casuísmo? Apenas coincidência de datas, alguns irão responder. Aliás, para Gurgel, ainda de acordo com a Folha de São Paulo, "os recursos não terão o poder de modificar o resultado do julgamento". Trata-se de evidente, privilegiada e sobrenatural capacidade de previsão de futuro. Ou de jogo com cartas marcadas.

Não custa lembrar que o julgamento foi, desde o início, caracterizado por uma série de outras estranhas "coincidências": teve início em agosto, quando as campanhas para as eleições municipais também chegavam às ruas, com incontestável contaminação da disputa; a condenação do chamado núcleo político - leia-se sobretudo José Dirceu - deu-se entre o primeiro e o segundo turnos, com tempo de ainda ser explorada pelas narrativas midiáticas e no horário gratuito, pelos candidatos da oposição; numa manobra ardilosa e arbitrária de Barbosa, que inverteu a ordem das discussões quando se chegou à etapa da dosimetria, os réus políticos foram também os primeiros que tiveram as penas definidas, numa espécie de prestação de contas à sociedade.


Agora, para deleite dos que clamam por sangue, dos que exigem o "mata, prende e esfola", mesmo que contrariando a essência da democracia, o roteiro parece estar novamente pronto: salvo engano e mudança brusca e repentina de comportamento, uma crise profunda de identidade, e a considerar tudo o que aconteceu no STF nos últimos meses, o mais novo ídolo e justiceiro da nação irá acatar o pedido da Procuradoria, determinando as prisões imediatas.

Os executivos que fecham as primeiras páginas dos jornais já estão salivando e esfregando as mãos: numa época em que as manchetes em geral são "frias" (assuntos de menor relevância, traduzindo o jargão jornalístico), poderão estampar um certeiro "JOSÉ DIRCEU PRESO", em letras garrafais, ocupando metade da página, chamada que certamente estará acompanhada por uma foto estourada, com o ex-ministro algemado ou entrando na cela. Já consigo ouvir os urros histéricos de alegria, o espocar das rolhas de champanhe e o tilintar dos brindes.


Será a combinação perfeita para que a oposição midiática possa reafirmar, no "como queríamos demonstrar", que "o julgamento do mensalão foi um divisor de águas e que o Brasil entra em 2013 tendo finalmente aperfeiçoado seus mecanismos de combate à corrupção, ao colocar na cadeia aqueles que participaram do maior escândalo da República". O terreno estaria preparado para investidas políticas mais ousadas no ano que vem: como já escrevi por aqui, esses caras não vão sossegar enquanto não atingirem o coração do o ex-presidente Lula, para reescrever a história recente do Brasil e inviabilizar politicamente a participação dele na disputa presidencial de 2014.


Antes dos espasmos de euforia, cinco segundos de reflexão: como raciocina meu irmão Eryx Bicudo, advogado porreta e danado de bom, caso as prisões aconteçam agora, quem vai pagar a conta se, no julgamento dos recursos das defesas, alguém tiver pena revista e passar do regime fechado para o semi-aberto? Pois é...

Como já havia destacado o jornalista Paulo Moreira Leite em seu blog, ao se referir à cassação de mandatos de parlamentares determinada pelo STF, em tão cristalina quanto lamentável ingerência nas tarefas e prerrogativas do Legislativo, "não fica bem atropelar a Constituição. (...) Não é uma questão de gosto. É aquela vontade de não se submeter a um ritual definido e pré-determinado, amparado em lei, que todos devem respeitar. Muita gente está gostando de um Supremo que parece poder fazer tudo. São aquelas pessoas que desde 2002 só conhecem derrota atrás de derrota nas urnas. Em 2012, ficaram com um pouquinho mais de raiva porque perderam o altar sagrado da prefeitura de São Paulo. O que deixa o pessoal com mais medo quando pensa em 2014. Pensou perder de novo? Puxa, esse povo ganhava desde a chegada de Pedro Alvares Cabral…Então, com o Supremo, eles estão se animando".

Sei não, deixo avaliações mais bem acabadas para os amigos historiadores, os cientistas políticos, mas a impressão que fica é que voltamos aos tempos em que um um tal Poder Moderador se colocava acima de todos os outros... Dom Joaquim Barbosa I? Ou talvez o STF esteja a dizer "às favas, nação brasileira, com os ritos e as normas constitucionais. Manda quem pode e obedece quem tem juízo". As duas experiências - o Império e a ditadura militar - foram trágicas.

O alerta é novamente de Paulo Moreira Leite: "A experiência ensina: é muito fácil saber como esses jogos começam – e ninguém consegue adivinhar como terminam. Podem terminar mal. Ou muito mal. Apenas isso".

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Como se vê, os desafios são gigantescos, e se acumulam. Aproveito a oportunidade para agradecer os generosos leitores que acompanharam este blog em 2012, desejando que os nossos sentimentos de esperança se renovem. Que continuemos sonhando, coletivamente, os sonhos impossíveis, reforçando as lutas cotidianas por livre pensar, direitos humanos e transformação social. À esquerda, sempre.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

CCEIT


O centro de lancamento Barreira do Inferno entrou em convenio com a prefeitura e inaugurou o CCEIT o museu que fica em frente e é aberto ao publico para que possa conhecer um pouco mais sobre os lançamentos de foguetes e a propia historia do clbi.. para maiores informações deixo aqui o site do CCEIT para que vocês possam ver o como vale apena apreciar o que tem e la e conhecer um pouco mais clique aqui para abrir o site

Em sua primeira fase de implantação o CCEIT apresenta um acervo com peças originais e réplicas de foguetes lançados na Barreira do Inferno, lançadores, antenas e radares e um avião AT-26 Xavante.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Essa é a praia do CLBI

Praia da Barreira do Inferno (CLBI)

     É um prazer trabalhar em uma unidade militar que conta com uma paisagem dessa, onde posso desfrutar nas horas de educação física, a praia possui uma extensa faixa de falésias escupidas pelos ventos e pelas águas do mar. aqui também temos a participação do projeto TAMAR que é responsável pelo controle de certas especieis de tartarugas que veem aqui na praia para fazer a desova.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

CLBI

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, nos seus 44 anos de existência, trouxe grandes contribuições ao Programa Espacial Brasileiro, dentre elas:

- Realização de diversos experimentos de microgravidade;
- Participação em testes de motores sólidos;
- Desenvolvimento de experimentos acadêmicos na área de sistemas espaciais;
- Monitoramento remoto de veículos nacionais lançados a partir de Alcântara;
- Monitoramento remoto de veículos ARIANE lançados a partir de Kourou;
- Qualificação de pessoal para operações em conjunto com organismos estrangeiros;
- Assimilação de modernas técnicas e metodologia de trabalho, específicas para o setor espacial;
- Captação de divisas através de acordos internacionais;
- Respeitado conceito internacional.

Desde 1977, o CLBI, através da Estação Aval de Natal, tem garantido, com profissionalismo, o cumprimento do acordo assinado entre o governo brasileiro e a Agência Espacial Europeia - ESA. O CLBI registrou, até outubro de 2009, 178 rastreios do foguete Ariane lançados de Kourou, na Guiana Francesa, indenizáveis ao governo brasileiro.



O que o Brasil ganha com a Pesquisa Espacial?

À primeira vista, parece que a pesquisa espacial é algo que está muito longe do nosso cotidiano. Este é um deslize que corriqueiramente cometemos, pois não percebemos o quanto dependemos dos avanços tecnológicos que vêm da exploração do espaço.


Como seria a sua vida sem a TV por assinatura, o forno de microondas, o telefone celular, os tecidos sintéticos ou os óculos de proteção UV?

Na realidade, várias tecnologias, que hoje utilizamos com a maior naturalidade, vieram de pesquisas no campo espacial. Os benefícios mais conhecidos estão presentes nas áreas de telecomunicações, de informação e de posicionamento geodésico, com utilizações que recaem sobre outras atividades, tais como mapeamento da Amazônia, monitoramento do clima, sensoriamento remoto, agricultura, exploração mineral e vegetal. O desenvolvimento na área médica também não fica de fora: imageamento digital utilizado nos exames de detecção de câncer, miniaturização de equipamentos eletrônicos, sensores para monitoramento de pacientes em UTI e muitos outros.

PROJETO SATAL_Foguete JAVELIN_1967_1_Fonte ESBOÇO HISTÓRICO DA PESQUISA ESPACIAL NO BRASIL, Adauto Gouveia Motta, p. 58

O Brasil, como muitos outros países desenvolvidos e em desenvolvimento, não pode relegar a um segundo plano os benefícios capazes de serem obtidos com a busca de novas tecnologias. Cabe aos brasileiros, através de seus representantes, a consciência do potencial que a exploração espacial pode proporcionar a sua população. Esta filosofia é uma meta já perseguida pelo Centro de Lançamento da Barreira do Inferno há quase meio século, tendo contribuído significativamente para a concretização do Programa Nacional de Atividades Espaciais em parceria com diversos órgãos nacionais e internacionais.


II Marcha a pé 2012 CLBI

   

II Marcha a pé 2012 CLBI ocorreu no dia 25 de outubro, a marcha foi de 10km o ponto de saída foi no centro da unidade onde houve um grande café da manha para todos que iriam participar e a marcha acabou no portão principal, durante a marcha houve varias instruções de sobrevivência .

   

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

CLBI integra equipe em missão de PAZ no Haiti


A equipe de militares que foram seriamente selecionada para embarcar na grande missão de PAZ com destino ao Haiti, o País encontra-se hoje em dia com muitos problemas apesar do tempo que já se passou desdo terremoto ocorrido e está também em pleno período de eleição e a população precisa de ajuda mais do que nunca, e grandes amigos aqui do clbi abraçaram essa missão e estão la pronto para o que precisar. 

EQUIPE DO CLBI

Festa de Natal no CLBI

   

A festa aconteceu no CLBI no dia 24 de novembro para todos que são do efetivo e seus familiares, a festa foi voltada para as crianças com brincadeiras, palhaços a grande atração que foi a chegada do Papai Noel de elicoptero também com uma oficina de foguetes de artesanato para a criançada se diverti